A precipitação com que foi colocada na agenda do Ministério da Saúde (MS) a discussão da reestruturação da rede de urgências ameaça tornar-se num erro fatal para o ministro Correia de Campos. Numa altura em que as trocas de acusações com autarcas tomaram o lugar aos argumentos, são unânimes as vozes, de agentes da saúde a políticos, mesmo no próprio PS, que falam em prematuridade. Por muito razoável que seja considerada a proposta conhecida, a rede de urgências não deveria ser anunciada sem haver respostas alternativas no terreno. Ou seja, uma rede de transportes de emergência adequada e cuidados primários reorganizados e articulados com os hospitalares.
Fonte: Jornal de Notícias
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